| 2011 - O Brasil sem primeira-dama |
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| Ter, 09 de Novembro de 2010 12:28 |
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A partir de janeiro de 2011 o Brasil deixará de ter uma "primeira-dama", pelo menos até a sucessão presidencial de 2015 ou 2019, casa haja reeleição. O termo primeira-dama, que foi criado nos Estados Unidos no século XIX, normalmente indica a mulher do Político-Chefe do Poder Executivo. Normalmente é ela quem coordena ações assistenciais do governo, assim como faz o acompanhamento das primeiras-damas estrangeiras que vem ao seu país em visitas oficiais. Como o Brasil será presidido por um mulher, o que será feito? Essa é a pergunta que muitos irão fazer dentro de algum tempo. Vamos, então, estudar o caso de outros países que são, ou foram, governados por mulheres: Na Argentina, Cristina Kirchner dividia as atenções com o marido Néstor, que era político conhecido e respeitado, e, juntos, cuidavam naturalmente das visitas estrangeiras. Tendo em vista o falecimento de Néstor Kirchner, como será de agora em diante? Já na Alemanha, a chanceler Angela Merkel é casada com o químico Joachim Sauer. No início do governo ele não tinha interesse em aparições públicas, com o tempo, porém, passou a exercer funções de "primeiro-marido". Recentemente apareceu participando, por exemplo, de eventos com a primeira-dama americana Michelle Obama. No Chile temos o exemplo mais próximo ao caso brasileiro, a ex-presidenta Michelle Bachelet é divorciada, assim como Dilma Roussef. Ela indicou um membro do governo para as funções administrativas e, em ocasiões especiais, delegava as aparições à mãe. Vamos aguardar o que será decidido por Dilma Roussef e sua equipe com relação a este pequeno-grande detalhe. Samuel Figueirôa, cerimonialista. |






